1906

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sexta-feira, 29 de maio de 2015

Após reflexão

Estive de férias. Laborais e do futebol.

Avisei que ia deixar as pessoas trabalharem sem dizer nada. É o que vou continuar a fazer.

Mas hoje venho partilhar isto,

quando o Liedson colocou a bola na baliza contra o Belenenses em 2007 gritei o mais alto que podia. Na semana anterior tínhamos vencido 4-0 e agora foram precisos quase noventa minutos para marcar.

Em 2008 quando o Tiui marcou o primeiro golo no prolongamento gritei e sorri porque não estava à espera de tal herói. Nem falo sobre o segundo que isso foi cantar até ao fim.

Nessas finais não estive presente, tal como não vou estar em este ano.
Também não estive em 2012. Que mau que foi. Por mais que a época tivesse corrido mal, fomos até às meias finais da Liga Europa e perdemos com o A. Bilbau,  chegando também ao Jamor. Depois de tanta confusão, de lançarmos o Ricardo Sá, coração de leão, Pinto para o banco, aquele troféu significava alívio e felicidade. Os jogadores não quiseram. Não deram tudo.

Este ano, 2015, somos favoritos e existe uma sede tão grande de troféus que se não for saciada vão acontecer coisas drásticas.

Não me interessa que seja o último jogo do Nani, do William ou do Patrício. Não quero saber se pode ser o primeiro troféu do Marco.

Quero vestir a verde e branca e ir até Alvalade festejar. Quero abraçar os meus amigos sportinguistas e dizer "Já está!!! ". Quero ligar aos meu avós com lágrimas a felicitar por mais um troféu. Na segunda desejo entrar no meu posto de trabalho de peito feito com a Taça no coração, e no museu.

Gostava que os jogadores tivessem noção do que isto é. Um dia foram adeptos, e sonhavam chegar a seniores e entrar na equipa principal. Peço para que lutem para ficar na história do clube e na minha memória também.

No fundo quero vencer, e quero que os jogadores percebam a importância desta vitória. Para eles e para nós.

Os leões merecem festejar. É isso que quero.

    Saudações Leoninas

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